segunda-feira, 25 de julho de 2011

Revista Up!




Para os que ainda não conhecem: a Revista Up! é um mega portal bacana que estou gerindo como editor-chefe. Tudo sobre música, cultura pop, cinema, comportamento, tecnologia, carreira, famosos, beleza, internet, enfim, tudo sobre o mundo jovem!

Acessem a Up: www.revistaup.com

Para começar: deem risada com a Britney Spears apavorada anunciando ao vivo shows no Brasil: http://bit.ly/n3ijEJ

domingo, 12 de junho de 2011

Coração


E quando você entrega seu coração leve aos ventos do destino, então alguém te busca no ar e te acompanha no voo. Feliz dia dos namorados, para o meu, e para todos.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

O frio e a poesia

E vem o frio, e vem a poesia, e vem aquela sensação de que precisamos de mais, de mais lenha na fogueira, de abraços mais apertados, de sorrisos de narizes de ponta gelada, de mais mensagens calorosas, de novamente mais abraços, de declarações, de muitas declarações, de declarações incessantes, e vem o frio, e vem a poesia do vento no cabelo enquanto você sorri, do cachecol esvoaçado e do chocolate quente que te deixa com bigodinho de leite, do dormir juntinho, ingenuamente, sem malícia, apenas o dormir juntinho, porque vem o frio e com ele vem a poesia, a poesia de uma paixão que vem para esquentar um inverno rigoroso que se instala em quem nela não se agarra.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Declarações


Aquele teu sorriso, meio embriagado, com algumas doses percorrendo o sangue e salpicando em gestos exageradamente deliciosos, que me beijam despercebido e me fazem cócegas em partes e horas impróprias para que eu me sinta envergonhado, e você ria de minhas bochechas coradas e me abrace.

(...)

E eu passo mal, e você me leva ao banheiro, e diz que cuida de mim, e desprende-se de nojo e pensa no meu bem, me segura, me abraça, me lava e leva levemente para a cama. Eu tremo, eu tenho medo, eu me sinto estranho e você diz que cuida de mim de novo e me envolve em seu abraço, com minha cabeça encostado em seu peito.

(...)

Eu suspiro alto e solto um "eu te amo", que não sei se foi ouvido, mas do meu coração veio o grito, um grito cada vez mais ecoante em meus olhos, em minhas mãos, em meus lábios quando te beijo e digo meu namorado, de boca cheia, e brilho.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Inferno subiu aos céus

E eu esperava o marasmo lamaçal do inferno astral.
E vieram os quadris de Shakira e a doçura de Gadú.
E eu esperava a tensão profissional do inferno astral.
E vieram deliciosos projetos para se dedicar.
E eu esperava a insônia educacional do inferno astral.
E veio um fim de TCC esplendoroso.
E eu esperava o rombo familiar fatal do inferno astral.
E vieram almoços unidos de domingo.
E eu esperava o vazio sentimental do inferno astral.
E veio você, meu pequeno.

Inferno astral? Bem-vindo ao paraíso!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Outro ano, outo no

E aquelas folhas que já foram vistosas, com seu verde-limão ofuscado ruas e lindos jardins cheirosos de jasmim, ah essas folhas, teu amarelo começa a surgir, começa a despertar de seu sono de três estações e timidamente vai tingindo as cidades, envolvendo corações, derrubando esperanças... as folhas, que já foram fortemente leitosas, se jogam em seu leito maternal, deitam e adormecem sob as árvores, árvores agora frias, árvores agora tímidas, e não mais extravagantes, são galhos e não árvores, as folhas fecham seus olhos aborrecidas, cansadas, mas elas precisam descansar até que uma onda verde novamente recaia sob tuas veias-de-árvore e um ciclo recomece na floresta de uma árvore só.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Amigos

Nada como começar o ano com uma divertida guerra de areia. Feliz 2011 (15 dias depois)!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Pedido de ano novo

- Boa noite senhor, o que desejas?
- Um amor com fritas, por favor. E também Milk-shake bem doce, com paixão levemente azedinha e pitadas de pimenta para contrabalancear.
- Para viagem, senhor?
- Não, não. Quero desfrutar essa refeição aqui mesmo, neste mesmo 2011.
- É para já, senhor.
- Por favor, seja rápido, ando com muita vontade dessa refeição, cansei de esperá-la...

domingo, 26 de dezembro de 2010

Adeus ano velho

Um bom ano, um ano bom. Feliz 2011, adeus 2010. Muitas poesias, ventos sul, mudanças e barras de chocolate e beijos de mel para todos (e notas de 50 reais no bolso)!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Dezembro

Chega aquele mês que eu tanto adoro e tanto tenho medo. Adoro dezembro pois ele é a certeza de que outros 11 meses se passaram e, cansativos ou não, difíceis ou não, pesados ou não, proveitosos ou não, foram vencidos. Você olha para trás e vê os beijos que você deu, os abraços, as lágrimas, as promessas compridas (e as esquecidas), os trabalhos, as brigas, os olhares sem graça, as pessoas que te interessaram, os foras que você recebeu, as cantadas, os elogios, as viagens que fez, aquele maravilhoso sanduíche que você comeu, a camiseta que virou sua preferida, o computador que foi pra assistência técnica, o carro que você bateu, a noite de sexo perfeito que não se repetiu, o remember histórico com o ex, o corte de cabelo que você fez sozinho no espelho e ficou torto, os amigos com quem brigou, os amigos que conheceu, os amigos que esqueceu, os amigos que você quer desculpar, que querem que se desculpem, que quer que te desculpem, os amigos que ficaram ao lado em todas as situações, o professor que você desejou, a professora com quem você foi mal educado, o bolo de aniversário surpresa, a dor de garganta, a operação médica, a gripe que pegou, a cachorra de infância que faleceu e te fez muito triste, aquele pôr-do-sol no retrovisor do carro no trânsito parado que te prendeu a atenção em muitos momentos, aquele sonho que alcançou, aquele pesadelo que te fez acordar, aqueles meses gostosos, tristes, e gostosos...

E o medo... o medo é que logo mais são mais 12 meses, de abraços, lágrimas, hamburgueres, viagens, cortes de cabelo e amigos. Será que você está preparado para mais um ciclo? O que deve entrar na lista, o que deve sair da lista? Ou melhor: você consegue segurar essa lista?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Scissor Sisters

Eles são sexuais, são posers, são perfomáticos, são gays ao quadrado, são lindos e cantam fantasticamente. E o show deles é tudo isso junto, deliciosamente misturado!

domingo, 21 de novembro de 2010

Mika, um sonho realizado


Um dos momentos mais incríveis da minha vida. Sou fã desse cara faz anos e sempre sonhava em assistir a um show dele. É, agora meu sonho foi realizado e continuo anestesiado com a sensação de gritar, pular e cantar muito ao som ao vivo dele. Mika, você é o cara!


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Olho-La(r)go


Aquela deliciosa sensação
do tesão, da tensão,
do elogio despretensioso,
das palavras bem escolhidas,
do sorriso malicioso,
da vontade descabida

Do olho-la(r)go, fiquei vidrado
do abraço desajeitado aberto
do olha-e-disfarça entimidado
mensagens, desejo, certo

Interesse, te chamei
da poesia, me usei
do teu beijo, ah...degustarei!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Caixa de domingo















O quarto silencioso, desarrumado, apático e pesado. As roupas espalhadas pelo chão, a televisão sem som, a luz amarelada do quarto ao lado passando pela fresta, o frio gelado entrando pela janela não totalmente fechada. O peito aperta, dói, sufoca sob o pijama velho e já gasto pela noite e pelo dia gastos sob o edredon amarrotado. E então ele abre o armário e suas mãos vão agilmente atrás daquela caixa meio marrom, meio colorida, meio velha, meio aberta, escondida ao lado das camisas e abaixo dos cabides. Ele sabia porque queria aquela caixa. Leva a caixa para sua cama. Senta. Silêncio. Abre. Silêncio. Respira. Silêncio. E da caixa começam a sair ingressos antigos de cinema, presentes de amores antigos, declarações de amigos, objetos comuns mas com grande cunho psicológico. E então ele vê aquelas duas cartas dobradas, a do papel verde, a do papel azul. Ele não precisa abrí-las para saber de quem eram. Ele sabe cada detalhe daquela carta, que até então ficava em um cofre e por muito tempo ficou em sua carteira. Eram as cartas dele, daquele que ainda mora em seu coração, mas com os anos passou a ficar trancafiado por motivo de segurança (do próprio coração). Ele abre a primeira. Setembro de 2006. Quatros anos atrás. A primeira carta. A letra de forma, a assinatura "seu namorado que te ama muito", as declarações bem humoradas. Lágrimas caem de seus olhos, caem fortes, silenciosas e fortes. E ele abre a segunda carta. Uma carta de 6 meses de namoro. A letra já é cursiva, mas as piadas doces e engraçadas estão lá, e o amor é maior, se sabe que é mais forte. Fala sobre o ronco, fala sobre as mancadas, fala sobre o amor, fala sobre o ronco. E como ele ri quando lê sobre o ronco. Tinha esquecido sobre o ronco, assunto que era tão engraçado quando eles estavam juntos. Mas lá se foram os quatro anos. As lembranças ficam guardadas, secretas, como aquelas cartas. Às vezes elas se abrem, às vezes elas choram, mas no fundo ficam sorrisos. E uma caixa que volta para o armário. E um quarto que continua silencioso, vazio, desarrumado. E as bochechas molhadas. Foi mais um domingo difícil. A segunda-feira chegou. Onde está a caixa da segunda?

domingo, 17 de outubro de 2010

Quando alguém vai embora

Quando nos afastamos de alguém de quem gostamos, mesmo sabendo que essa pessoa está bem, experimentamos um sentimento de perda. Por que isso acontece, mesmo sabendo que não há perda de verdade?

Eugenio Mussak

Cheguei a Uberlândia para proferir uma palestra para pais e professores de um colégio local. Uma simpática professora me esperava no aeroporto e fomos conversando sobre o ambiente escolar, sobre a alegria dos alunos, suas dificuldades, sobre a indisciplina, a comunicação entre gerações diferentes, coisas assim. A palestra seria à noite, mas eu havia pedido para conhecer o colégio, pois tínhamos algum tempo.

No caminho ela me disse algo curioso, como que preparando meu espírito: “Não estranhe, professor, nosso colégio normalmente é muito alegre, mas hoje o ambiente está triste. Provavelmente você vai ver algumas alunas chorando”. Não consegui não estranhar o comentário. Quando perguntei o que tinha acontecido, ela explicou: “É que é o último dia da Candice, uma aluna de intercâmbio do Canadá. Ela está indo embora amanhã”.

E ela tinha razão. Em vários momentos senti a tristeza no ar, como se houvesse um luto. A Candice devia ser muito querida, pois sua despedida estava repercutindo em todo o colégio. Era o mês de agosto e ela tinha que voltar à sua terra, onde as aulas começam em setembro. A menina voltaria para Vancouver, a bela cidade da costa oeste canadense, e o colégio de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, seguiria sua rotina, mas não seria mais o mesmo. Candice teria deixado uma marca na vida de colegas que tinham se acostumado com sua presença, sua alegria. A poderosa marca da amizade.

Durante minha palestra não pude não me referir ao fato. E lembrei que um colégio é uma espécie de entreposto de emoções, pois por ali passam anualmente alunos, professores, pais, funcionários, criando um ambiente de convivência, com idiossincrasias, alegrias e tristezas. E de repente vêm os fins de ano, as formaturas, e com isso as alegrias dos novos ciclos e as tristezas das despedidas.

Os garotos e garotas de certa forma estão sendo preparados para o que se repetirá ao longo de suas vidas. Encontros e separações, afinidades e desencontros. Pessoas que invadem nossa alma como posseiros, semeando ilusões que se dissolvem quando ouvimos um “Tchau, estou indo embora!” Como assim? Você me conquistou, tornou-se meu amigo, uma pessoa importante que agora simplesmente vai embora?

Você é responsável por mim – diria o Pequeno Príncipe –, pois você conquistou minha amizade e afeto. Agora assuma sua responsabilidade! Eu bem que gostaria, mas é a vida que não deixa. Ela tem uma lógica própria que não respeita os viventes – responderia o homem grande. A lógica da vida é que temos que seguir nossos rumos, fazer nossa parte dentro do grande agrupamento humano. A vida segue seu curso e nós fi camos chorando nossas perdas nas esquinas, mesmo sabendo que há novas conquistas ao atravessar a rua.

Percebemos, então, que havia um clima estranho entre nós, como se os sentimentos estivessem embaralhados. E estavam. Foi quando um colega, estressadíssimo, entrou no vestiário dos plantonistas proferindo palavras de desabafo, todas impublicáveis. Outro colega, então, fez um comentário lento e profundo: “Sabe, vou sentir muita falta de seu mau humor, meu caro”.

O riso foi geral e o primeiro colega teve que aguentar muita gozação. Mas depois nos detivemos a pensar se seria mesmo possível sentir falta do mau humor de alguém. É claro que não era da cara de azedo que o colega estava portando naquele momento que sentiríamos falta. Era dele. Com todas as qualidades e defeitos que ele e todos nós temos. Seu desabafo naquele momento não era só seu, era de todos nós, pois ele era um de nós. Alguém do grupo, da tribo que tinha passado seis anos junta, estudando, sonhando, brincando, jogando bola, tomando cerveja.

Seis anos que, quando se tem 20 e poucos, parecem muito mais. Entramos calouros ingênuos, felizes, mas excitados com a expectativa do curso de medicina que começava. Estávamos saindo doutores, também ingênuos, também alegres, e também excitados com a expectativa da vida pela frente.

Nesse tempo experimentei o espírito de coleguismo verdadeiro. Eu estava feliz com o fim de curso e com o começo de uma nova vida, mas como faria para viver sem a presença da amizade constante deles? Eles estavam indo embora, todos estávamos. Alguns ficariam na cidade, outros não. A tribo, enfi m, estava se espalhando pelo planeta. Agora era cada um por si.

Não sei onde está a maioria de meus amigos. Não sei se tiveram carreiras brilhantes, se casaram, quantas vidas salvaram. Talvez alguns já tenham partido definitivamente. Mas, por outro lado, sei, sim, onde eles estão. Em minha memória, e em um canto especial de meu coração. Que bom que eu tenho de quem lembrar, de quem sentir saudades e a quem agradecer por ter feito parte de minha história e por me ajudar a ser quem hoje sou, este conjunto de retalhos da vida que passou... e que segue.

fonte: http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/096/pensando_bem/quando-alguem-vai-embora-595259.shtml

domingo, 22 de agosto de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

Neuroniando

Cansado. Abatido por batidas sucessivas e infundadas. Fundidas em pensamentos rasos e ações desmedidas. Uma escalada sem escala e limites. Palpites. Só palpites. Onde acaba essa estrada? Que jornada! Que nada. Escuro e irreal, boquiaberto o esperto reclama da dona da razão. Espanta a emoção da vontade em retrucar, retrucar, retrucar. Cutucar? A onça poderosa, de salto alto e emails insensíveis. E o jovem desiludido, partido em mil encruzihadas, se pergunta se essa cilada tratá um retorno positivo. Paciência, a virtude (falta de atitude?) dos desiludidos. Mais um céu negro se abre no horizonte, e o restante se deita sob seu leito. Suspeito. Intrigado. Apenas...cansado!

domingo, 4 de julho de 2010

Uma nova escala

Lembro-me com todos os detalhes daquele dia: uma sexta-feira de julho, eu com minha camisa preta, meio de social, meio desajeitado, ansioso, entrando naquele prédio da Vila Olímpia, entrando pela primeira vez numa redação de revista, ansioso, inexperiente, medroso, despreparado, escondido.

Era lá que começava minha história como jornalista, minha trajetória pelo mundo das revistas, meu aprendizado como profissional.E, a partir de então, escrever para revistas se tornou uma paixão, uma deliciosa vontade, um trabalho muitas vezes nem visto como trabalho, mas sim como hobby. E foi a Revista Forbes. E foi a Revista Viver Bem E foi a Revista DOM. E foi a Revista A Capa. E foi a revista Capricho. E foi a Revista Runner. E logo mais será a Revista Up.

E agora, uma nova escala começa na minha vida, uma nova fase se inicia em minha carreira. A partir desta semana começa mais um desafio em minha breve (4 anos é breve) carreira como jornalista. Espero, como em todos os trabalhos anteriores, aprender muito, crescer muito, ensinar muito e fazer com que meu desenvolvimento se reverta diretamente no desenvolvimento de mais uma revista. Que os bons ventos jornalísticos se assoprem em minha direção.

Lembro-me com todos os detalhes daquele dia: uma sexta-feira de julho, eu com minha camisa preta, meio de social, meio desajeitado, ansioso, entrando naquele prédio da Casa Verde. Mas agora não mais despreparado, nem medroso, nem escondido. E entro no prédio com a certeza de que posso encarar esse desafio.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Cheesecake de abobrinha

Já pensou misturar a delícia de um cheeascake com a irreverência de uma abobrinha? Não? Acesso: http://cheesecakeabobrinha.blogspot.com/. Vocês vão se apaixonar!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Vamos viajar?

Sempre digo que o dinheiro mais bem gasto é o utilizado em viagens. Viajar é crescer, é nascer de novo, é descobrir novos mundos. Desta forma, para os viajantes de plantão como eu, aí vai uma dica: a rede social Viajamos.com.br (http://www.viajamos.com.br/). É uma rede social muito interessante, cheia de dicas de viagens, destinos, passagens, promoções. Vale muita a pena fazer um cadastro nesta rede e trocar experiências. Quem entrar, me ache: Paulo Roberto Miniaci Basile. Vamos viajar juntos?